Stora Enso occupied and workers on strike at factory

Tord Björk | Environmental movements,Repression,Stora Enso | Saturday, March 7th, 2009

While pressure is growing against the landless movement in Brazil so is the pressure against Stora Enso. In the same day the news arrived about the occupation of the Stora Enso headquarter in Helsinki and the strike at the 50 percent Stora Enso owned Veracel Celulose factory. The occupation of the headquarter is organised by Greenpeace. It is a protest against Stora Enso cutting old forests in indigenpousareas in Nothern Finland. Greenpeace is the first organisation sentenced by the new terrorist laws in the Nordic countries introduced after EU decisions. The organisation was sentenced for a similar action at a corporate headquarter in Coipenhagen for a banner drop again gene manipulation which the company carried out.

Link to Greenpeace action against Stora Enso In Helsinki: http://translate.google.fi/translate?u=http%3A%2F%2Fwww.greenpeace.org%2Ffinland%2Ffi%2Fmediakeskus%2Flehdistotiedotteet%2Fgreenpeace-ennustaa-tulosvaroi&sl=fi&tl=en&hl=fi&ie=UTF-8

Material about the strike, first in english, than in portuguese:

Mechanized cutting machine workers and tree nursery workers from Veracel Celulose on strike

Workers active in the cutting of eucalyptus trees and in the tree nursery of Veracel Celulose [owned by Stora-Enso ˆ 50% and Aracruz ˆ 50%]. stopped activities this morning after 11 negotiations with the company They demand for better salaries and better working conditions. The working day of a worker of a cutting machine is 12 hours and this has caused many occupational diseases.  58% of the workers suffer from repetitive strain injuries. Many are scared of asking for a leave to treat their disease, once, after they return, the company dismisses the ill worker, without giving any support. Only in the mechanized harvest, several workers have been dismissed and 4 returned to work because of a legal order from the Labor Court.

These diseases are a consequence of the high productivity that is demanded from the workers. The productivity of a Veracel Celulose worker is 34% higher than of any other company in the sector. A worker of Aracruz Celulose, one of Veracel´s shareholders, Votorantim and Suzano Bahia Sul, cut 18 m3 of wood per hour, while a Veracel worker in the harvesting activities cuts 34 m3 of wood per hour.

Even with this high productivity, the Veracel workers receive the lowest salaries compared with other companies of the sector. Almost 50% less than the salaries of the Aracruz Celulose workers who, besides of the salary receive other benefits like a holiday grant, health plan and free dental support, different from Veracel that charges these services from their workers. The salaries are 34% out of step. In 2004, they received the equivalent of 4 minimum salaries and now they receive the equivalent of 2,5 minimum salaries.

In spite of the world crisis, Veracel is producing beyond its capacity and it is investing in technology. Recently, it bought 2 cutting machines worth R$ 2 million each. It invested about R$ 16 million in the tree nursery. Now, the tree nursery of the Veracel company is one of the most modern ones in Latin America. Moreover, Veracel is investing in duplicating its pulp mill and already requested the license for the construction of one more mill and the planting of another 108 thousand hectares of eucalyptus, through which, according to the company, it will create 3,000 jobs.

Association of Mechanized Cutting Machine workers from the state of Bahia and the Trade Union of Workers in the Pulp and Paper Industry.
6 March 2009

In Portuguese

Trabalhadores da colheita e do viveiro da Veracel paralisam as atividades.

Trabalhadores da colheita de eucalipto e do viveiro da Veracel paralisaram as atividades, nesta madrugada depois de 11 rodadas de negociação com a empresa. Eles reivindicam melhores salários e melhores condições de trabalho. A jornada de um trabalhador da colheita mecanizada é de 12 horas e tem causado muitas doenças ocupacionais. 58% dos trabalhadores estão com LER/DORT. Muitos tem medo de pedir licença para o tratamento, pois, quando retornam a empresa despede o trabalhador doente, sem nenhum tipo de apoio. Somente na colheita mecanizada diversos trabalhadores foram demitidos e 4 retornaram através de reintegração de posse da Justiça do Trabalho.

Estas doenças, é conseqüência da alta produtividade cobrada aos trabalhadores. A produtividade de um trabalhador da Veracel Celulose é 34% maior que qualquer outra empresa do setor. Um trabalhador da Aracruz Celulose, uma das acionistas da Veracel, Votorantim e Suzano Bahia Sul corta por hora 18m3 de madeira, enquanto que um trabalhador na colheita da Veracel, corta 34m3 de madeira por hora.

Mesmo com a alta produtividade, os trabalhadores da Veracel, tem os salários menores em relação às outras empresas do setor. Quase 50% menor do que os salários dos trabalhadores da Aracruz Celulose que além do salário ainda recebem outros benefícios como prêmio de férias, plano de saúde e odontológico gratuito ao contrário da Veracel que cobra dos trabalhadores estes serviços.  Os salários estão defasados em 34%. Em 2004, eles recebiam o equivalente a 4 salários mínimos e agora, eles recebem o equivalente a 2 salários e meio.

Apesar da crise mundial, a Veracel está produzindo bem acima da sua capacidade e está investindo em tecnologia. Recentemente comprou 2 máquinas colheitadeiras no valor de 2 milhões cada uma. Investiu cerca de 16 milhões no viveiro. Hoje, o viveiro da empresa Veracel é um dos mais modernos da América Latina. E ainda, está investindo na duplicação da fábrica e já pediu licenciamento para construir mais uma fábrica e plantar mais 108 mil hectares de eucalipto onde, segundo a empresa deve criar mais cerca de 3000 postos de trabalho.

Associação dos Operadores de Máquina Mecanizadas do Estado da Bahia e Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Papel e Celulose.

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